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A Própolis Verde

Própolis Verde - Baccharis Dracunculifolia

Própolis verde é SUPER!

Oriundo do baccharis dracunculifolia, Este tipo de Própolis contém o artepillim C, um poderoso antitumoral e antioxidante utilizado com sucesso em hospitais no Japão no tratamento de tumores como citostático e radioprotetor, pincelado na pele antes das aplicações de radioterapia. Este produto é também um poderoso antifúngico (candidíase oral e genital), e bactericida contra o staphylococcus aureus.

A própolis verde é oriunda do alecrim do campo (Baccharis Dracunculifolia). Reconhecida por suas propriedades antioxidantes e antitumorais, utilizada com sucesso em hospitais no Japão.

Festejada pelos poderes medicinais , a Própolis Verde vem sendo estudada no Brasil, desde 1996 pela Fundação Ezequiel Dias. Sob a coordenação da bióloga Esther Bastos, os pesquisadores ja comprovaram a presença dos resíduos do alecrim-do-campo em mais de 90% das amostras analisadas.

Um verdadeiro achado. Seus compostos, depois de processados pelas abelhas, têm a ação antibiótica e antiinflamatória. Quem já experimentou essa substância contra dores de garganta conhece bem esse poder. Mas ele vai além. É essa linha de investigação que segue a equipe do professores Nivaldo Paulino, da universidade do Sul de Santa Catarina, Unisul.

"Mapear as atividades antiinflamatórias, broncodilatadoras, antidemanciantes, antitumorais, antioxidantes e a atividade imunológica (defesa do organismo) desses compostos." Análises dentro e fora do país confirmam que a Própolis Verde carrega altos teores de fenólicos e flavonóides, potentes antioxidantes. Eles afastam os radicais livres que provocam danos às células e, também por isso, retardam o envelhecimento (ação juvenilizante, antistress da própolis e protetora do coração, vasos sanguíneos, e do fígado). E o que é mais interessante: bastam 5 a 10 gotas do produto Veromed em copo com água, duas vezes ao dia para conseguir este efeito.

Ação antitumoral do Artepillin-C

Por TETSUO KIMOTO

- Conselheiro do Laboratório de Bioquímica de Hayashibara
- Professor honorário da Universidade de Medicina de Kawasak

Recentemente, com a observação do alcance dos limites da medicina ocidental – e em concordância com esta, a expectativa na medicina oriental e na medicina popular têm aumentado. O própolis – que tem sido usado como remédio popular desde a antiguidade, desperta grande interesse.

Das já descobertas e reportadas substâncias bioativas na própolis, e dos resultados esclarecidos nas pesquisas feitas até o momento sobre a atividade do macrófago e a ação bactericida, e nesta oportunidade limitando o foco no efeito antitumor, após análise do resultado de repetidos exames, obteve-se sucesso no isolamento da substância - Artepillin C. Esta substância, além de possuir a capacidade de estimular a ação do macrófago, de sua ação bactericida, tem uma elevada capacidade de eliminar diversos tipos de células tumorais de culturas “in vitro” e células cancerígenas transplantadas em camundongos.

O Artepillin C utilizado nesta experiência provém do extrato alcoólico de própolis brasileira. Sua fórmula química e composição estrutural estão no desenho nº 1 anexo:

Desenho 1: Fórmula estrutural e química do Artepellin-C

Fórmula estrutural e química do artepellin-c

Inicialmente, por ser insolúvel em água, adicionamos o Artepillin C dissolvido em etanol na solução de cultura mas, depois, desenvolvemos também um método para obter a solução aquosa que usamos atualmente.

1. Efeito inibidor do Artepillin C na multiplicação das células tumorais em cultura

Primeiro, como experimento fundamental, o Artepillin C foi adicionado nas células cancerígenas em cultura. Examinamos os efeitos desta ação.As células cancerosas preparadas foram:

1. Células de tumores malignos de origem humana (6 tipos: de câncer de pulmão; de câncer de estomago; de câncer de células do fígado); 2. Células de origem humana de leucemia e linfoma (4 tipos: de leucemia linfóide; de leucemia mielóide; de leucemia mielomonocitica); 3. Células originárias de ratazana (célula de cancer do fígado); 4. Células originárias de camundongo (3 tipos: de câncer de intestino; de melanoma maligno; de tumor maligno de fibroblasto) ; 5. Células normais (fibroblastos originários de camundongos).

Como resultado - Na maioria dos tumores acima mencionados foi demonstrada surpreendente ação inibidora na multiplicação de células tumorais com a aplicação de 10 a 100µg de Artepillin C (desenho 2 e foto 1). Na maioria dos casos, de 3 a 4 dias após a aplicação, as células tumorais foram extintas.

Células de câncer de estômago origem humana (HGC) Células de câncer de pulmão origem humana (HLC) Células de câncer de Colon - Origem de camundongos (Colon 26)

Foto 1: Efeito inibidor na multiplicação das células de cancer com o tratamento com Artepillin-C:

A) Após 24 horas sem o tratamento com Artepillin C - células tumorais do pulmão de origem humana.

Antes do tratamento com artepellin C - Células tumorais do pulmão de origem humana

B) Após 24 horas com o tratamento com 100 µg Artepillin C - células tumorais do pulmão origem humana. Redução notável das células tumorais.

Após o tratamento de 24 horas com tratamento de Artepillin C

C) Após 24 horas sem o tratamento com Artepillin C - células tumorais do estômago de origem humana.

Após 24 horas sem o tratamento com artepellin C

D) Após 24 horas com o tratamento com 100 µg Artepillin C - células tumorais do estômago de origem humana. Redução notável das células tumorais.

Após 24 horas com o tratamento com 100 µg Artepillin C

Entretanto, mesmo reconhecendo que o efeito de eliminação das células tumorais tenha sido surpreendente, este efeito poderia causar danos também nas células sadias, e na prática não poderíamos utilizá-lo no corpo humano. Então, realizamos um teste comparativo para observar a influência do Artepillin C em células sadias, e como resultado observamos que quanto menor o ciclo da célula, maior é o efeito de eliminação de células.

Comparadas com células normais, as células tumorais que sofreram mutações têm como característica terem ciclos de multiplicação extremamente rápidos. Além disto, multiplicam-se indefinidamente. O Artepillin-C seletivamente elimina (ataque seletivo) células que repetidamente multiplicam-se em um curto período de tempo.

Para elucidar a razão desta seletividade, medimos a influencia que o Artepillin-C causa na obstrução da síntese do DNA que ocorre na divisão das células. Nas células tumorais que se multiplicam de forma surpreendentemente rápida, ficou claro que a síntese do DNA era obstruída.

Para exemplificar: a obstrução da síntese do DNA nas células de leucemia de origem humana, na concentração de 100µg/ml foi notável, mas foi ainda mais notável nas células de melanoma maligno de origem do camundongo. Ao passo que, nos fibroblastos normais, em células envelhecidas e em células onde a síntese era estacionária, a obstrução da síntese do DNA foi menor.

Estes fatos nos contam da possibilidade do Artepillin-C danificar menos as células normais (células em cultura), pois estas multiplicam-se em uma velocidade menor que as células cancerígenas. Ao passo que no caso de células de tumores malignos, que progridem com rapidez e têm facilidade de se espalhar, o Artepillin-C demostra um notável efeito de inibição, proporcional à rapidez de seus ciclos.

2. Experimento de controle de multiplicação do cancer em camundongos

Em paralelo aos experimentos acima realizados neste laboratório, realizamos o transplante de células tumorais em camundongos adultos. Para os transplantes foram utilizados: - células de origem humana, células de câncer de figado; de câncer de estomago; de câncer de pulmão; - e células de origem de camundongos - de câncer de colon; - e células de origem de ratazanas - de câncer de fígado.

Entre os camundongos que receberam transplantes, um grupo não recebeu Artepillin C. O outro, recebeu injeções de Artepillin C de 500µg em cada um, com um dia de intervalo, e observamos o andamento. Um exemplo dos resultados são exibidos nas fotos que seguem. (fotos 2 a 5)

Estes são camundongos que receberam transplantes de células de câncer de pulmão de origem humana. Nos camundongos do grupo que não receberam Artepillin C, as células tumorais multiplicaram-se formando uma protuberância, enquanto nos camundongos do grupo que receberia injeções de Artepillin C, o tumor se dividiu em pequenas protuberancias e não apresentou crescimento. (Fotos 2 e 3)

Foto 2 Camundongo sem pelo que recebeu um transplante de células de câncer de pulmão de origem humana

Camundongo sem pelo que recebeu um transplante de células de câncer de pulmão de origem humana

Foto 3 A injeção de Artepillin C neste tumor interrompeu seu crescimento.

Figura da injeção de Artepillin C que interrompeu seu crescimento

Nos camundongos que receberam a injeção de Artepillin-C durante o crescimento do tumor, o tumor após um certo tempo sofre necrose e cai. (Fotos 4 e 5)

Foto 4 Injeção de Artepillin C no tumor já crescido - necrose da maioria das células tumorais (parte escura).

Injeção do artepillin C no tumor necrosado

Foto 5 Este tumor caiu - depois, formou-se um coágulo.

Tumor que caiu com a injeção do artepillin C

O resultado da dissecação - O derretimento do núcleo da célula tumoral e a desnaturação por concentração (foto 6); A Fragmentação do núcleo (foto 7); A morte natural de pequenos grupos (foto 8);Solidificação e necrose em uma extensa área de um grande grupo (foto 9); demonstrando claramente o efeito inibidor da multiplicação de células em cada tumor.

Resultado da dissecação

Derretimento do núcleo

Foto 6 Derretimento e desnaturação do núcleo

Núcleo fragmentando

Foto 7 Núcleo em fragmentação

Morte natural dos pequenos grupos tomarais

Foto 8 Morte natural dos pequenos grupos de células tumorais.

Solidificação e necrose das células tumorais

Foto 9 Solidificação e necrose de grande grupo de células tumorais.

3. O fenômeno da restauração da seção danificada

Há mais um ponto importante a enfatizar: no grupo que por um longo período recebeu injeções de Artepillin C, os linfócitos infiltram-se ao redor das células tumorais, e a envolvem com o colágeno da matriz extracelular, avançando na restauração da seção danificada pelo câncer (restauração da ferida) como mostram as fotos. (fotos 10 e 11)

Foto 10: Multiplicação dos colágenos, envolvendo as células cancerígenas(Isolamento do câncer - indicado com asteriscos)

Multiplicação dos colágenos

Foto 11 Avanço na multiplicação do colágeno, devido à multiplicação de macrófagos e linfócitos (aumento da região indicada com "seta" na foto 10)

Avanço do colágeno

Através destes fatos, comprova-se que dependendo da dosagem, o Artepillin C, promovendo a multiplicação do colágeno, isola a célula tumoral em uma ilha de colágeno, impedindo sua multiplicação. Como resultado, é demonstrado que o organismo pode por um longo período conviver com o câncer.

Desta forma, aceitando o fato que o Artepillin C eliminou as células de câncer seletivamente, sem efeitos colaterais, e promoveu a restauração e isolamento das seções danificadas pelas células tumorais, aceitando os diversos efeitos anti-cancer confirmados, nós continuaremos através de vários outros ângulos, desenvolver e pesquisar em profundidade o Artepillin C.

- Tetsuo Kimoto -

Artigo publicado na revista “Própolis Kenkou Tokuhon 1” da série “Ciencia da Saúde” volume 3, da Editora Touyou Igakusha, páginas 45~48 – Impresso em 1º de Dezembro de 2001.

Desenvolvido e atualizado por Ricardo Feiten